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Samantha Em Chamas

Fogos e desafogos de uma viajante arco-íris que arde pelo mundo.

Bokeh | VAMos!

Há qualquer coisa de belo na ideia de fim de mundo. E na Islândia. E na solidão. E no existencialismo. E em ideias já exploradas, os típicos clichés. Há tanto de belo como há de pretensioso. Talvez não na Islândia. Mas em tudo o resto a imagem está desfocada e a perspectiva depende do foco que lhe damos, não é? (Exactamente como a fotografia bokeh, tal como se chama o filme.)

 

Mas para ser mais precisa: 

Um casal viaja para a Islândia e, durante as férias, toda a gente desaparece e percebem que são as únicas pessoas à face da terra. Não importa porquê nem como nem o quê, na verdade. Às vezes o mundo é só isso, uma existência solitária imensa sem respostas. E não há fim porque, enfim, é só assim que as coisas são:

uma jornada entre o paraíso e o inferno. 

 

Nem sei bem o que andamos aqui a fazer mas não importa, a Islândia é de uma beleza sem igual e a cinematografia do filme é espectacular.

Na falta de foco, foco-me nisso. Há tanto de belo no inferno quanto de triste no paraíso. 

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 (Foto encontrada algures na internet depois de muito esforço perante as novas complicações do google)

 

Localização: Islândia

Idioma: Inglês

Género: Drama (de ficção científica?)

Ano: 2017

Duração: 1h31

 

(Esta sugestão faz parte da rubrica Volta ao Mundo em Cinema, inserida no Projecto VAMos!)

 

 

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